quarta-feira, 30 de março de 2011

Japoneses inventam carro movido a água! Verdade, mentira, mito ou falácia?


Uma das lendas bastante recorrentes na área automobilística é a do carro á água. Aqui no Brasil, já tivemos vários anúncios de "professores Pardais" que desenvolveram algum tipo de  motor movido pelo precioso líquido.  Com o passar do tempo viraram lendas, que incluem um misterioso sumiço do protagonista sem ninguém ter notícia de quando ou como, supostamente, vítima de um sequestro maquiavélico  encomendado pela alta cúpula de alguma das empresas de petróleo que certamente sentiam seu poderio econômico ameaçado pelo invento.

A última notícia da criação de um desses desejados veículos, fontes de muitas lendas, veio de longe, da terra do Pokémon, e alcançou os quatro cantos do planeta, ainda que com pouca densidade.

Não é difícil constatar a razão do insucesso desses inventos. Basta examinar alguns casos que ficaram registrados na imprensa e que ainda hoje incitam muitos crédulos esperançosos. Trabalhos sérios, boa intenção, lendas, mentiras e má fé permeiam o tema. Vejamos então alguns registros.

O CARRO A ÁGUA DA EMPRESA JAPONESA


Foi anunciado, em junho de 2008, que a empresa japonesa Genepax desenvolveu um carro movido a água. Vídeos foram divulgados na internet mostrando o carro se movendo silenciosamente, tal um carro elétrico. Não havia muitos detalhes nas matérias, nem as descrições variavam muito. A Super Interessante na WEB trazia o seguinte texto: 
"Pode ser água potável, do mar, da chuva ou até chá. O carro, com 1 litro do combustível, consegue rodar a 80 km/h durante uma hora. O sistema quebra as partículas das moléculas e separa o hidrogênio do oxigênio, que é captado por uma membrana que, por sua vez, libera elétrons para que o automóvel funcione.

Por enquanto, há só o protótipo. Só o sistema de quebra e captação do hidrogênio – sem o carro! – custa cerca de 2 milhões de ienes (ou R$ 30,2 mil), mas a empresa japonesa acredita que se for produzido em larga escala, o custo pode ser reduzido para cerca de 500 mil ienes (ou R$ 7.550)."
As notícias, apesar de pouca exatidão técnica, mostravam que o novo invento teria custo bem acessível, se produzido comercialmente. Surpreendente é que não houve tanta repercussão, apesar de veiculada em diversos jornais confiáveis, gerou poucos comentários.



INVENTOS DE CARROS A ÁGUA BRASILEIROS

 Um desdobramento trazido pela notícia do protótipo do carro a agua japonês, cá no Brasil, foi trazer de volta a pergunta: Onde estão nossos inventores do carro à água? Sim, nas décadas de 70 e 80. Eles foram anunciados e tiveram bastante espaço na imprensa, depois as notícias silenciaram, desapareceram, o assunto ficou apenas na memória das pessoas. Mas, pelo menos três desses inventos concebidos em terras brasileiras ainda podem ser rastreados
Sidney Goldophin e Silva – Na Revista Quatro Rodas, edição de setembro de 1975, um leitor em carta à seção Correio Técnico cita uma matéria da Folha da Tarde em que o Sr. Goldophin afirmava que há mais de vinte anos vinha tentando conseguir patentear sua invenção que consistia em alterar os combustíveis dos motores a explosão de gasolina para água. Apesar dos empecilhos na terra pátria, o invento já havia recebido registro de patente no “Centre de Diffusion de l’Innovation de L’Anvar”. O inventor garantia ter adaptado mais de 50.000 veículos em todo o Brasil com seu invento.

Jean P. M. Chambrin – Registro na Quatro rodas, edição de janeiro de 1981, seção Opinião do Leitor; Carta de um francês que o texto afirma ter virado notícia no ano de 1974, na Europa, graças a seu invento. Invento que prometia revolucionar a humanidade segundo ele: Um motor movido a água. A notícia ganhou espaço no L’Auto Journal, Rádio e TV BBC - de Londres, entre outros noticiosos. Apesar da nacionalidade anunciada o inventor subscreveu sua carta citando residência em Porto Alegre - RS.

Nicanor de Azevedo Maia – O Prof. Nicanor, graduado em Engenharia Química, dedicou-se a pesquisa na área de energia solar e de sistemas de propulsão no Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, da qual era funcionário. Na época da crise do petróleo da década de 1970, com recursos próprios, empenhou-se fortemente em encontrar uma forma de obtenção de hidrogênio a partir da decomposição da água que oferecesse custos competitivos aos derivados do petróleo  Após meses de pesquisa em laboratório, montou um gerador de hidrogênio a base de hidrogenita e água em seu próprio carro com o qual chegou a circular regularmente na cidade do Natal, inclusive tendo realizado pequenas viagens para o interior do estado. Foi o suficiente para a imprensa rotular todo o trabalho do Prof. Nicanor em "Carro movido a água".  Não faltaram registros do seu invento mais badalado na grande imprensa; Revista Veja, Programa Fantástico na TV Globo, e muitos outros veículos deram destaque ao trabalho do inventor potiguar. Entretanto, as chamadas sempre faziam referência ao "carro movido a água", apesar de o pesquisador sempre deixar claro que seu trabalho visava encontrar uma forma sustentável e competitiva de obtenção de hidrogênio.

O tempo passou e nenhum dos inventos anunciados se converteu em mudança na área de locomoção. Afinal o que tem de errado num invento tão reeditado, unanimemente desejado e que inexplicavelmente não se torna realidade de consumo?



AVALIANDO OS TRÊS CASOS BRASILEIROS

Sr. Sidney Goldophin e Silva - a Revista Quatro Rodas em resposta ao leitor afirma não haver nenhuma referência na área sobre o assunto e que o número informado de veículos adaptados com o invento era certamente equivocado. Encontrei algumas referências na WEB sobre o suposto trabalho do Sr. Goldophin, mas nenhuma confiável e por vezes carregadas de um tom jocoso. Descarto o invento do Sr. Silva por falta de registros plausíveis.


Sr. Jean P. M. Chambrin - guardava segredo do seu funcionamento de seu invento. O que foi publicado posteriormente é de que funcionava a partir de um "reator" que se valia da alta temperatura dos gases de escape para provocar desassociações na mistura de álcool e água resultando em nova mistura combustível que ao que parece constar era gasosa

O que se lê na edição de Quatro Rodas, na seção de cartas, é que logo após a explosiva divulgação do invento na Europa, os mesmos noticiosos desclassificaram-no, ao constatar que o mesmo não funcionava água e sim com mistura de água e álcool, e de forma precária e irregular. A afirmação do Sr. Chambrin foi vista como uma espécie de delírio pelas publicações.

Apesar destas reprovações, um empresário de Alagoas ligado ao setor sucroalcooleiro, o Sr. Jarbas Oiticica, viu um novo grande potencial do álcool combustível no invento de Chambrin e convenceu-o a vir para Alagoas no ano de 1976, passando a residir e desenvolver suas experiências aplicadas a automóveis e caminhões em Maceió. Apesar dos inventos de Chambrin atraírem muita atenção, não houve evolução na aplicação em empreendimentos de aplicação prática. Após dois anos o inventor foi residir no outro extremo do país, Rio Grande do Sul, mudança motivada por uma paixão. Chambrin havia encontrado sua alma gêmea, a socióloga Maria Elena Knüppeln de Almeida.

Sorte no amor, sorte no trabalho. Pouco tempo depois o inventor encontrar sua cara metade, também encontrou parceria para suas pesquisas. O governo do estado do Rio Grande do Sul.

Mas, mesmo o apoio governamental e toda a atenção e proteção recebida deste, por ser considerado segredo de estado, não foram suficientes para  viabilizar o invento. A parceria terminou nos tribunais e recentemente, em agosto de 2011,  voltou a tona com a descoberta do prédio da Brigada Militar onde eram mantidas secretamente as experiências com o "reator" de Chambrin pelo Zero Hora. A polêmica prossegue, mas sem o protagonista desta história, Chambrin faleceu em 1989. O empresário alagoano Jarbas Oiticica registrou a passagem do francês em nosso país no livro intitulado "Dossiê Chambrin – A Saga do Motor Água e Álcool".

Polêmicas a parte, além do invento nunca ter tido sua eficiência comprovada, o mesmo não pode ser classificado como de "carro a água" já que na verdade a proposta era de que utilizasse mistura de álcool combustível e água.aproveitando o calor dos gases de escape.

Aliás, as impressões dos jornais europeus foram confirmadas por Quatro Rodas,  em outubro de 1978, quando testou a parafernália instalada num Corcel. O texto relata que o carro funcionou mal e de forma irregular, não permitindo sequer avaliações ou medições por falta de regularidade, motivo que inviabilizou a publicação da matéria. Fica descartada.


Prof. Nicanor de Azevedo MaiaEra um pesquisador criterioso, criativo e dedicado que se valia de metodologia científica. Apesar de seus automóveis terem sido muito divulgados como movidos a água, ele sempre que tinha oportunidade esclarecia que seu carro era movido a hidrogênio e suas pesquisas eram o desenvolvimento dos motores Otto para uso do hidrogênio e alternativas para produzir hidrogênio a um custo acessível e competitivo. 


Mas, certamente de forma alheia a vontade do inventor, surgiram muitas lendas em torno de suas pesquisas.  Sensacionalismo que credito em parte a alguns jornalistas descompromissados com o papel de esclarecedores que deveriam exercer, preferindo explorar o anseio popular de que seja encontrado um combustível abundante e  que possa ser obtido direto da natureza, sem custo.

O posicionamento esclarecedor do Professor Nicanor em contraste com a predisposição da imprensa em inserir frases de efeito nas matérias para criar sensacionalismo fica bem claro na reprodução no final deste post da matéria veiculada na edição de 31 de março de 1976 da Revista Veja. Desde o título na forma interrogativa: "Carro a Água?". Entretanto, ao se ler texto, logo nas primeiras linhas, fica claro o posicionamento honesto do Professor Nicanor de que o objetivo de seu trabalho é encontrar um processo de produção do hidrogênio que tenha custo atraente, citando três modalidades em que estaria investindo. Não há margem de dúvidas que o combustível do seu carro era hidrogênio, como ele sempre afirmava e esclarecia.  Intrigante é que, apesar das explicações, o texto contraditoriamente encerra com palavras creditadas ao inventor dizendo que seu carro seria o primeiro do mundo a rodar com "água" de torneira. Tenho dúvidas sobre a autoria dessa afirmação no texto.  

Apesar de toda divulgação que recebeu, prof. Nicanor nunca teve o apoio necessário e praticamente financiou suas pesquisas com dinheiro do próprio bolso. Foi um precursor na pesquisa da energia do hidrogênio. E seu trabalho não se limitou  apenas ao hidrogênio, foi muito mais profícuo. entre eles desenvolveu um motor térmico-solar de aproveitamento da radiação solar direta, que apesar de ter recebido ampla divulgação nas publicações científicas da época, não recebeu a atenção devida muito menos incentivos.  Investiu toda sua energia e muito dinheiro no sonho de encontrar uma forma viável de produzir hidrogênio. Todos os testemunhos que ouvi e lí a seu respeito mostram um homem romanticamente dedicado  à  ciência, impressão confirmada quando o conheci pessoalmente. Lamentavelmente, após sua aposentadoria, vários dos seus inventos foram sucateados. 

No final de sua vida só lhe restou a admiração dos que conheceram seu trabalho de perto e o amor e carinho da família. Faleceu em janeiro de 2002, na cidade do Natal, sem ter recebido o merecido reconhecimento e apoio.


DESFAZENDO OS MITO QUE CERCAM O CARRO A ÁGUA

Por qual motivo o carro japonês da Genepax não encontrou uma grande montadora disposta a colocá-lo no mercado? 

 
O motivo me faz lembrar uma piada do Didi, personagem do Renato Aragão. Na encenação, Didi anuncia que inventou um comprimido que mata a sede. Dedé num misto de espanto e euforia pergunta-lhe como funciona. Ao que Didi responde; "É simples, basta tomar um comprimido com um ou dois copos d'água".

A ligação da piada com os carros movidos a água é que o carro precisa, além de alguns litros d'água,  de uns comprimidinhos energéticos e ou  eletricidade para poder funcionar. Na verdade o combustível desses carros é o hidrogênio. A água é utilizada apenas como matéria prima para obtenção do gás, seja através de eletrólise ou outra reação química de decomposição do nobre líquido. Processos que, adianto, consumirão mais energia do que será possível aproveitar em sua queima.

O carro japonês da Genepax, segundo o que alguns sites divulgaram posteriormente, tem o mesmo princípio de funcionamento do carro do prof. Nicanor. Apenas, mais avançado, utiliza  motor elétrico alimentado por células combustível que se valem de... hidrogênio, claro!
 


Fica claro que os dois inventos considerados - da Genepax e do Prof. Nicanor - não se tratam de carros a água, mas carros movidos a hidrogênio. A rigor, não deveriam ser tratados como inventos, pois sabe-se que o uso de hidrogênio como combustível vem de longas datas. O equívoco está no anúncio ou rotulação (que no caso do prof. Nicanor tenho certeza terem sido alheios a sua vontade)  e não na concepção das pesquisas, que continuam atrativas quase trinta anos depois da proposta do cientista potiguar.

O carro a hidrogênio é cada vez mais apontado como uma promessa vista com bons olhos, ainda que para um futuro distante. Tem recebido atenção e grandes investimentos em pesquisa por quase todos grandes fabricantes de veículos e órgãos governamentais no mundo inteiro. O  Brasil não está de fora. Aqui é mantido o
Centro Nacional de Referência  em Energia do Hidrogênio - CENEH.

Importante esclarecer que, apesar do estudo da energia do hidrogênio ser considerado estratégico, essa substância não é vista como uma nova fonte de energia, já que não existe em forma livre na natureza. É mais uma forma de conversão e armazenamento, como são os sistemas de tração a ar-comprimido e a eletricidade. A vantagem do hidrogênio, em relação as outras duas, está no fato de ser um combustível, e como tal, apresentar alta densidade e estabilidade energéticas, autonomia razoável e relativa facilidade de reabastecimento.

 
Qual a motivação para a denominação errônea pelos inventores?
Certamente o atrativo da certeza de grande impacto causado pela pseudo visão de que o carro é movido simplesmente a água,  hipótese que se concretizada, provocaria imensa mudança no modo de viver da humanidade e, por consequência, traria enormes dividendos e muita fama ao seu inventor.

Mas, muitas vezes o rótulo atrativo não vem do inventor, e sim de terceiros. Geralmente é criado pelos entusiasmo dos curiosos que cercam o proponente e assumem papel de fervorosos divulgadores. Nesse contexto,  quando a imprensa sedenta por furos, veicula a notícia crua, sem filtragem alguma, nasce o mito. Fica difícil para o pesquisador fugir da rotulação. Vira refém das reverências dos eufóricos fãs.

Qual a razão dos "rótulos falsos" ganharem tanta credibilidade e até virarem mito?
Credito boa parte da culpa à imprensa não especializada que tenta a todo custo atrair o interesse do público através do sensacionalismo, quando justamente seu papel deveria ser o de questionar o fato, buscar a avaliação por alguma instituição ou pessoa com autoridade no assunto e esclarecer todos pormenores. Afinal, assuntos que requerem conhecimentos específicos para serem entendidos, como teorias de física e química, não são de alcance geral. Precisam de uma intermediação para se fazerem entendidos e absorvidos pelo grande público. Função da imprensa!


No lado do público, a capacidade de prever os benéficos desdobramentos que  um invento desse traria, se realmente fosse concebido, gera muita expectativa e abre as portas da crença com muita facilidade. Sempre há predisposição para notícias boas.


Verdade é que empreendimentos voltados para pesquisa do hidrogênio combustível, quando corretamente designados, não recebem tanta atenção do público.

Finalizo disponibilizando três artigos antigos, da mesma época. Um da revista Veja, sobre sobre o trabalho do prof. Nicanor de Azevedo Maia. E mais dois sobre empreendimentos em hidrogênio como combustível, estes envolvendo nomes bem conhecidos; o Ator Marlon Brando e a famosa empresa alemã da estrela de três pontas.

















QUEM COMPROU A LEBRE PROVAVELMENTE...
Não teve acesso a informações de fontes confiáveis. Deixou-se levar pelo entusiasmo da possibilidade de uma grande e favorável mudança que um invento assim traria. E certamente, não era bom conhecedor de química e física.




Fontes das imagens:
Abertura - http://super.abril.com.br/blogs/planeta/carro-movido-a-agua-ja-existe/
Página 1 - http://veja.abril.com.br/acervodigital/             (Edição de 31 de março de 1976)
Página 2 - http://quatrorodas.abril.com.br/acervodigital/  (Edição de outubro de 1978)
Página 3 - http://quatrorodas.abril.com.br/acervodigital/  (Edição de janeiro de 1979)
Página 4 - http://quatrorodas.abril.com.br/acervodigital/  (Edição de janeiro de 1979)

6 comentários:

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  2. Documentário "quem matou o carro elétrico?" http://www.youtube.com/watch?v=gaO3aYAz2Bo

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  3. Bom, primeiro, o prof. Nicanor nunca disse que o motor que ele estava desenvolvendo era "movido a água", isso foi puro sensacionalismo da imprensa. Ele SEMPRE corrigia, dizendo que era HIDROGÊNIO, porém, obtido da água, ou seja, no tanque de combustível seria colocado ÁGUA. Mas, como você mesmo citou, o combustível é o hidrogênio. O problema é que, pra armazenar hidrogênio puro é complicado e caro, então, porque não armazenar a água e, dela, retirar o hidrogênio? Foi isso que o prof. fez. E ele desenvolveu um MOTOR e não um carro. O "carro" ainda estava em fase de testes, que não puderam ser concluídos pois o laboratório que ele mantinha na UFRN, o qual foi construído com dinheiro próprio, foi demolido arbitrariamente com a "desculpa" que enfeiava a Universidade, fugia dos padrões ou qualquer outra coisa do tipo. Depois disso, ele aposentou-se, pois já tinha tempo para tanto. Tentou, ainda, continuar as pesquisas fora mas, por falta de apoio financeiro e de incentivo, e também por motivo de doenças que vieram pouco tempo depois, ele acabou abandonando.
    Não vejo FALÁCIA nenhuma nas pesquisas, mas, CERTAMENTE, nas entrevistas sim. Qualquer um sabe que, do que você diz numa entrevista pouca coisa é colocada da mesma forma, quando não inventam nada, dizendo que a pessoa que falou, o que COM CERTEZA deve ter acontecido com o prof. Isso é FATO, pois a imprensa NÃO TEM ESCRÚPULOS e só publica se der LUCRO e IBOPE, e aumente as vendas, afinal, eles vivem disso, não é mesmo? Portanto, se você acompanhou as pesquisas do professor pela imprensa, esqueça... perdeu seu tempo, e não sabe NEM A METADE da história verdadeira.

    Abraços!

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  4. Boa Noite senhores!
    Em meio de tantas diferencas proficionais ,onde li no blog,gostaria de lhes informar que enquanto sao alimentadas certas diferencas,Comecou a trabalharem junho deste ano de 2012 uma equipe de proficionais formada de um jovem engenheiro paranaense,um mec de goias e seu auxiliar estao, em uma cidade no interior de SP tendo exito na confeccao de eletro-deconpositor,para producao maxima de h2 em tempo real(ou seja todo gas gerado e consumido imediatamente pelo motor,e controlado por um sistema inteligente de controle eletronico.
    Dispositivo este que esta alimentando um motor 1.6 ,alem de ter um prototipo rodando em um carro carburado(velho) popular em segredo,e com tantas possibilidades...............

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  5. Alguém ai já ouviu falar do inventor boliviano Francisco Pacheco, que na década de 1930 desenvolveu um método extremamente barato de se obter hidrogênio da água?
    Franz (franzlr@bol.com.br)

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  6. Este cara jura conseguir.
    https://www.facebook.com/henriques.caldas

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